O que o Google faria?

Por roulien em 0
Quase todo mundo já ouviu a piada: “Não tem no Google? Então não existe!”. No livro “O Que a Google Faria?”, o proprietário de um dos blogs mais populares e respeitados da web sobre internet e mídia, Jeff Jarvis, defende exatamente isso.

Ao longo da obra, o autor interpreta as regras ditadas pelo Google com as quais devemos viver e fazer negócios em qualquer setor da sociedade, ilustra como essas leis podem ser aplicadas a diferentes empresas e analisa como o pensamento imposto pela empresa afeta nossas vidas e o futuro.O autor, que também é colunista do “Guardian” e criador da “Entertainment Weekly”, mostra como pensar de maneiras originais, enfrentar novos desafios, resolver problemas com soluções criativas, enxergar oportunidades e entender com outra perspectiva a estrutura da economia e da sociedade, ou seja, ver o mundo como o Google o faz.

No trecho extraído do livro, Jarvis fala sobre o fenômeno dos links. Ele explica como o ato de linkar modificou os antigos papéis e criou novos em todos os tipos de área de atuação, chegando a fazer a seguinte comparação: “O link muda a arquitetura fundamental das sociedades e das indústrias, assim como as vigas e os trilhos de aço mudaram o modo como as cidades e nações são construídas e seu funcionamento”. Veja abaixo.

*Nova Arquitetura - O link muda tudo

Na manhã de 11 de setembro de 2001, eu estava no último trem que saiu de Nova Jersey em direção ao World Trade Center, e cheguei pouco depois de o primeiro avião de terroristas ter acertado a torre norte. Embora eu não trabalhasse como repórter havia anos, eu ainda era jornalista e trabalhava para uma agência de notícias, então decidi ficar por perto do que era claramente uma grande reportagem – ainda não havia percebido o quão grande ou perigosa. Fiz anotações no local e conversei com sobreviventes, enviando relatórios para os sites e jornais de notícias do meu empregador. Uma hora depois, eu estava a cerca de uma quadra do World Trade Center quando a torre sul desabou. A nuvem de destruição foi mais rápida que eu. Cego por causa dos escombros e coberto por eles, fui abençoado ao encontrar refúgio no prédio de um banco. Depois consegui caminhar até a Times Square, onde escrevi minha reportagem e, finalmente, graças a Deus, consegui ir para casa.

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Net e Telefônica começam a vender plano de banda larga popular

Por roulien em 0
A cada dia mais pessoas têm acesso à internet e, conseqüentemente,  mais pessoas compram através de lojas virtuais.  Leia a matéria abaixo:
Quase quatro meses após ter cancelado o início das vendas do serviço de banda larga popular, a operadora Telefônica começa, a partir de hoje, a comercializar o pacote de acesso à internet com velocidade de 256 Kbps por R$ 29,80. Dessa vez, sem acrescentar cobrança de assinatura de telefone ao pacote.
O serviço faz parte de um programa lançado pelo Governo do Estado de São Paulo em outubro passado, que isenta a cobrança de ICMS a operadoras que oferecerem navegação de até 1 Mbps pelo valor máximo de R$ 29,90 por mês.
Na ocasião do lançamento, a Telefônica anunciou que venderia o pacote a partir do dia 9 de novembro. No entanto, a iniciativa foi cancelada após a empresa concluir que não era possível comercializar o plano sem a cobrança de assinatura telefônica também —atitude não permitida pelo acordo com o Governo.
De acordo com a operadora, foi preciso adequar a estrutura de telecomunicações, usando cabos coaxiais e tecnologia WiMesh, para que a venda sem assinatura começasse. O pacote, que também é vendido pela Net, está disponível para a capital paulista e para as cidades do ABC. De acordo com a empresa, até o final do ano, várias cidades do interior também receberão o serviço.

Quase quatro meses após ter cancelado o início das vendas do serviço de banda larga popular, a operadora Telefônica começa, a partir de hoje, a comercializar o pacote de acesso à internet com velocidade de 256 Kbps por R$ 29,80. Dessa vez, sem acrescentar cobrança de assinatura de telefone ao pacote.
O serviço faz parte de um programa lançado pelo Governo do Estado de São Paulo em outubro passado, que isenta a cobrança de ICMS a operadoras que oferecerem navegação de até 1 Mbps pelo valor máximo de R$ 29,90 por mês.
Na ocasião do lançamento, a Telefônica anunciou que venderia o pacote a partir do dia 9 de novembro. No entanto, a iniciativa foi cancelada após a empresa concluir que não era possível comercializar o plano sem a cobrança de assinatura telefônica também —atitude não permitida pelo acordo com o Governo.
De acordo com a operadora, foi preciso adequar a estrutura de telecomunicações, usando cabos coaxiais e tecnologia WiMesh, para que a venda sem assinatura começasse. O pacote, que também é vendido pela Net, está disponível para a capital paulista e para as cidades do ABC. De acordo com a empresa, até o final do ano, várias cidades do interior também receberão o serviço.

Fonte: UOL

Aprovação de comércio eletrônico chega a 86,3% no Brasil

Por admin em 1
Segundo pesquisa, o país atingiu excelência no serviço de compras pela internet.
Superando o índice inclusive dos Estados Unidos, a porcentagem de brasileiros que fizeram compras pela internet em 2009 e ficaram satisfeitos chegou a 86,3%. O estudo foi realizado pela e-bit, empresa especializada em informações e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), e contou com a opinião de mais de 1,4 milhão de consumidores.
Os e-consumidores que participaram da pesquisa expressaram seu nível de satisfação com base em dez quesitos, entre eles o preço, a entrega no prazo e a qualidade dos produtos. A média anual de confiabilidade superou ainda 1,3 ponto percentual da marca considerada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) como sendo de excelência para as compras pela internet.
“Nos Estados Unidos, por exemplo, a média de satisfação é de 82%. Levando-se em conta toda a complexidade das compras pela Internet, temos consciência de que é muito difícil alcançar patamares próximos a 80% de satisfação, por isso consideramos 85% um marco de eficiência do segmento”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da camara-e.net.
Fonte: Revista Galileu.

Bem Vindo ao nosso blog!

Por admin em 0

Gráfico Comparativo Crescimento das Lojas Ópera x Média Brasileira

Olá, você é um dos primeiros a conhecer o nosso blog. Obrigado!

A partir de hoje vamos publicar aqui tudo o que for de interesse de quem lida com comércio eletrônico: dados do setor, pesquisas de comportamento e, como não poderia deixar de ser, as novidades da Ópera.

Começamos 2010 com alegria por dois motivos: o primeiro deles é que já abrimos o ano lançando uma nova loja, a Diemer Acessórios Plásticos (clique aqui para conhecer). O segundo  motivo, que foi uma grande alegria para nós e nossos clientes – nossas lojas apresentaram um crescimento médio de 85% ao mês no último trimestre de 2009.  O crescimento do mercado brasileiro foi de 30% no mesmo período.  Estamos crescendo quase 3x mais rápido que a média! No próximo post daremos mais detalhes. Quer que sua loja virtual seja um grande sucesso? Fale conosco!

Por fim, obrigado a todos os que nos ajudam a transformar a Ópera não apenas em uma grande empresa, mas em uma grande família!