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	<title>Ópera Propaganda - Publicidade, marketing e e-commerce</title>
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	<description>Tudo sobre comércio eletrônico,  web e propaganda; comportamento, notícias e muito mais. Comente, critique e conheça melhor a Ópera.</description>
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		<title>Redes sociais: a nova fronteira do e-commerce.</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 15:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância de integrar lojas online com redes sociais  vai além de aumentar o número de acessos e convertê-las em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente; dessa forma você atrai entusiastas, que além de consumir o seu produto difundem a sua marca e promovem-na com muito mais credibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A importância de integrar lojas online com redes sociais  vai além de aumentar o número de acessos e convertê-las em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente; dessa forma você atrai entusiastas, que além de consumir o seu produto difundem a sua marca e promovem-na com muito mais credibilidade do que os canais de comunicação convencionais. </em></p>
<p>Saiu uma matéria falando sobre isso no blog <a href="http://www.hsm.com.br/">hsm.com.br</a>. Dêem uma sacada.</p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><span><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"><span id="more-148"></span><br />
</span></span></strong></span></span></p>
<p>De acordo com a pesquisa mais recente do e-Bit, divulgada durante o evento Semana do e-Commerce em São Paulo, 23 milhões de internautas já fazem compras pela internet, o que em 2010 deve representar faturamento de RS$ 14,3 bilhões, mantendo a taxa de crescimento do setor acima dos 30% anuais. E tudo leva a crer que esses números devem continuar aumentando em 2010 devido à economia favorável e à elevação do número de internautas no Brasil, que já soma 67 milhões.</p>
<p>Mas se o cenário é amplamente favorável, a concorrência passa a ser mais acirrada: novas empresas, aumento da oferta, guerra de preços etc. O comércio eletrônico tende a se tornar um “oceano vermelho”, em que se sobressair e conquistar o consumidor será cada vez mais difícil.</p>
<p>Para sair desta situação e chegar ao “oceano azul” onde estão as oportunidades, a pressão da concorrência não se faz tão presente e o consumidor não só tende a ser mais fiel como até um defensor da loja preferida, as empresas precisam direcionar suas ações às redes e mídias sociais, a nova fronteira do e-commerce. Também neste aspecto o Brasil oferece grandes oportunidades.</p>
<p>Mas dar esse passo não significa, como muitas lojas vêm fazendo, atuar com propaganda da mesma forma que nas mídias tradicionais. Como o próprio nome já indica, as redes sociais não são apenas uma mídia (meio de comunicação) e sim uma rede de relacionamentos. Isso significa que o objetivo das ações deixa de ser “conseguir novos compradores” para “conquistar novos amigos”.</p>
<p>Este é um conceito-chave para garantir resultados e também o grande desafio. Para ajudar a desenvolver uma estratégia realmente efetiva, vale a pena prestar atenção nas orientações de profissionais e especialistas que participaram da Semana do e-Commerce:</p>
<p><strong>1 &#8211; </strong>Não há fórmulas prontas. Uma empresa pode conseguir vendas imediatas ou usando a mesma estratégia, ter resultados pífios. Por isso é importante que a loja faça um estudo prévio, estudando públicos-alvo, segmentos, comunidades e a forma como elas interagem, de modo a desenvolver uma estratégia própria.</p>
<p><strong>2 &#8211; </strong>Redes sociais não são mídias de massa. Não espere atingir centenas de milhares de pessoas de uma vez, é um trabalho de médio e longo prazo. Lembre-se, conquistar a confiança de um amigo leva tempo.</p>
<p><strong>3 -</strong> Lembre-se que os mesmos recursos das redes sociais que estão à disposição para a loja fazer suas promoções também estão à disposição das pessoas para elogiar ou reclamar. Da mesma forma que sua mensagem pode ser bem recebida e se tornar um “viral” atingindo milhares de pessoas, uma reclamação ou insatisfação se propaga com a mesma velocidade e com efeitos ainda maiores.</p>
<p><strong>4</strong> &#8211; Envolva outras áreas. De acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. Mas como foi citado anteriormente, as ações geram todo o tipo de feedback: compra, elogios, reclamações, dúvidas etc. Por isso, existe a necessidade de que outras áreas (SAC, relações públicas) estejam envolvidas.</p>
<p><strong>5 </strong> &#8211; Tenha um plano de crise. O envolvimento de outras áreas, inclusive da liderança da empresa, é importante também para a elaboração de um plano de crise de imagem que porventura envolva a loja nas redes sociais. A empresa precisa se antecipar a problemas que possam ocorrer e colocar o plano em prática com rapidez se o pior acontecer.</p>
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		<title>Carrefour usará modelo de loja virtual brasileira na América Latina</title>
		<link>http://www.operabacana.com.br/blog/05/2010/carrefour-usara-modelo-de-loja-virtual-brasileira-na-america-latina/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 20:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A loja virtual do Carrefour, inaugurada em março deste ano, teve em seus  primeiros dois meses um resultado bem acima do esperado pelo varejista. Nos  primeiros dias de operação, e principalmente no dia de inauguração, houve quatro  vez mais clientes interessados em comprar do que a rede estava esperando. A alta  demanda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/jpg1"><img class="alignleft size-medium wp-image-144" src="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/jpg1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A loja virtual do Carrefour, inaugurada em março deste ano, teve em seus  primeiros dois meses um resultado bem acima do esperado pelo varejista. Nos  primeiros dias de operação, e principalmente no dia de inauguração, houve quatro  vez mais clientes interessados em comprar do que a rede estava esperando. A alta  demanda foi gerada em virtude da comunicação utilizada, que será replicada na  América Latina.</p>
<p>Embora tenha sido alvo de reclamações e críticas por parte dos consumidores  nos primeiros dias de atuação, os problemas, segundo Jonas Ferreira, Diretor de  E-commerce da rede, foram solucionados. “Tivemos logo no primeiro dia de  trabalho 36 mil acessos simultâneos, totalizando quase um milhão de acessos no  fim do dia. Por isso o site teve que passar por uma manutenção e ampliar sua  capacidade”, explica o executivo em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p><strong>Promoção é destaque<br />
</strong>O sucesso inicial se deve às ações de  divulgação e promoções realizadas para os primeiros clientes que tivessem feito  cadastro prévio, como 20% de desconto. O Carrefour pretende investir mais em  promoções, serviços diferenciados e diversificação de seu portfólio. Como a loja  tem como missão oferecer soluções para a casa, a área de serviços como  instalação de TVs, Home Theater e manutenção de computadores será aumentada e  deverá ter quatro novas ações.</p>
<p>Ainda focado nessa área, especialmente nas mulheres que cuidam da casa, a  loja deverá ampliar seu portfólio que começou com 10 mil produtos divididos em  oito categorias e hoje já conta com 15 mil itens em 10 segmentos. “A cada dois  ou três meses vamos lançar cerca de duas categorias novas e não adianta colocar  produtos que não têm a ver com nosso objetivo”, afirma Ferreira</p>
<p>Para divulgar a loja, o Carrefour investe não apenas em anúncios, mas também  em relações com blogueiros que escrevem sobre assuntos de interesse dos  consumidores da marca. “Esse tipo de trabalho é mais contextualizado com o nosso  público do que se fizéssemos um anúncio comum”, aponta o Diretor de E-Commerce.</p>
<p>Fonte: Mundo do Marketing</p>
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		<title>Projeção para o dia das mães chega a R$: 620 milhões.</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 20:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado aquecido e a principal data para o varejo no primeiro semestre formam uma combinação que promete altos índices de vendas. A expectativa é de que R$ 620 Milhões circulem no comércio eletrônico brasileiro durante o período, superando em 40% a mesma data do ano de 2009. Além do aumento do número de e-consumidores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado aquecido e a principal data para o varejo no primeiro semestre formam uma combinação que promete altos índices de vendas. A expectativa é de que R$ 620 Milhões circulem no comércio eletrônico brasileiro durante o período, superando em 40% a mesma data do ano de 2009. Além do aumento do número de e-consumidores, a superação definitiva da crise mundial e a entrada maciça da classe C no universo das compras on-line são alguns dos fatores que impulsionam esse forte aumento no volume de vendas.</p>
<p>As Lojas Virtuais já se preparam com promoções e ofertas para atrair os consumidores e bater a concorrência. De acordo com o E-bit, os parcelamentos sem juros através de cartões de crédito são a aposta para a venda dos produtos de maior valor agregado. Frete Grátis e vendas casadas continuam também figurando entre as promoções de maior sucesso. Nesse momento, é preciso ter inteligência e domínio da operação para elaborar estratégias promocionais que chamem a atenção do consumidor, sem comprometer a rentabilidade e capacidade de entrega da Loja.</p>
<p>Pegando carona na temática materna, Cosméticos e Perfumaria devem ser um dos grandes sucesso de vendas da data, ao lado de Telefonia Móvel, Eletrônicos, Fones e Cestas. É importante lembrar que não são apenas os produtos com o clichê do Dia das Mães que têm sua venda impulsionada durante o período. Os demais segmentos também podem e devem aproveitar a data para lançar novas promoções e ofertas.</p>
<p>Composto por Banners, E-mail Marketing e peças visuais para promover as ofertas da Loja Virtual, o Pacote é o investimento essencial para garantir a adequação do Ponto de Venda para essa data especial.</p>
<p>Fonte: Blog da Tray</p>
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		<title>Democratização da Web e comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yan</dc:creator>
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 O acesso à internet vem      aumentando        significativamente entre  as classes C e D no Brasil,  e ao contrário do que  muita gente pensa, este  público é muito  interessante para o varejo  online.  Muitas  publicações atribuem a  estas classes mais de 50%  (crescente) do  faturamento do e-commerce no País. 
Abaixo, [...]]]></description>
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<h1><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><a href="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/www2.jpg"><img class="size-full wp-image-122 alignleft" title="www" src="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/www2.jpg" alt="" width="315" height="237" /></a> O acesso à internet vem      aumentando        significativamente entre  as classes C e D no Brasil,  e ao contrário do que  muita gente pensa, este  público é muito  interessante para o varejo  online.  Muitas  publicações atribuem a  estas classes mais de 50%  (crescente) do  faturamento do e-commerce no País. </span></h1>
<h1><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Abaixo, uma matéria que fortalece a idéia de que vale a pena investir nas classes mais baixas para obter sucesso no comércio eletrônico, no presente e principalmente para o futuro.</span></h1>
<p><strong>Plano de Banda Larga prevê R$ 3,2 bilhões para a Telebrás</strong></p>
<p>A Casa Civil informou nesta quarta-feira (5) que o Plano Nacional de Banda Larga prevê a capitalização da Telebrás pelo Tesouro Nacional em R$ 3,22 bilhões. “Esse valor será utilizado nos três primeiros anos de funcionamento e, depois, a ideia é que a empresa consiga se autogerir”, informou ao <strong>UOL Notícias </strong>Rogério Sant’anna, secretário de logística e tecnologia da informação do Ministério do Planejamento. “O que a Telebrás vai oferecer é uma rede de transporte a baixo preço para qualquer operadora interessada pelo serviço”, resumiu.</p>
<p><span id="more-119"></span></p>
<p>O plano será consolidado por meio de um decreto e visa triplicar o acesso à internet rápida até 2014, atendendo mais de 27 milhões de domicílios no país. Para viabilizá-lo, haverá uma série de desonerações e oferta de crédito para pequenas e médias empresas. O comitê gestor do projeto lançado oficialmente nesta quarta, com o anúncio dos detalhes, será formado por 11 ministérios, incluindo o da Educação, da Casa Civil e da Tecnologia.</p>
<p>O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), por exemplo, disponibilizará R$ 6,5 bilhões para o financiamento da compra de equipamentos de telecomunicações, além de R$ 1 bilhão para micro, pequenas, médias empresas e LAN houses pelo chamado cartão BNDES. Haverá também a desoneração de R$ 11,36 milhões pelo Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) para pequenas e médias prestadoras, R$ 770 milhões em PIS/COFINS no que se refere à política de modens e R$ 3,75 milhões na redução de IPI para equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional.</p>
<p>Cezar Alvarez, coordenador do programa de inclusão digital da Presidência da República, afirmou que a meta do governo é implantar o núcleo principal da rede de fibra óptica (backbone) no Distrito Federal e em mais 15 cidades ainda neste ano. Em setembro e outubro, ainda segundo ele, devem ter início as licitações para empresas privadas que prestarão serviços utilizando a rede da Telebrás.</p>
<p><strong>Mudanças na Telebrás </strong><br />
A ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, afirmou que a Telebrás já passa por um processo de mudanças. Segundo ela, haverá a criação de uma nova diretoria devido ao novo foco da estatal, que era mais centrada no serviço de telefonia e agora voltará à gestão da prestação de serviço de banda larga. De acordo com a agência de notícias Reuters, Erenice afirmou ainda que a Telebrás terá uma estrutura &#8220;enxuta&#8221; e atuará prioritariamente no atacado, &#8220;fornecendo insumo para que tanto empresas pequenas quanto empresas grandes possam prestar o serviço ao usuário final&#8221;.</p>
<p>O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o objetivo do plano é diminuir o déficit brasileiro no que se refere ao acesso à internet. Ele denominou a inclusão digital não apenas uma questão de cidadania, mas também uma forma de incentivar a competitividade de economia brasileira neste setor. “[A meta] não é reativar a Telebrás, é colocar a banda larga, garantir o acesso das pessoas”, defendeu. Bernardo avaliou que as atuais empresas que prestam este serviço trabalham com altos preços e a entrada da Telebrás trará ao consumidor final um preço menor.</p>
<p><strong>Como funcionará</strong></p>
<p>O governo pretende oferecer o serviço de banda larga às classes C e D por, no máximo, R$ 35 por mês.</p>
<p>A empresa estatal Telebrás será a gestora do Programa Nacional de Banda Larga e, ao mesmo tempo, concorrente de outras operadoras privadas como Telefônica, GVT, NET e Oi. O principal diferencial é que a estatal levará conexão banda larga para usuários finais apenas em localidades onde não exista oferta adequada desses serviços, por desinteresse ou falta de recursos das operadoras privadas.</p>
<p>Ela irá utilizar a malha de fibras óticas de 16 mil quilômetros de extensão, já implantada nas torres da Eletrobras (da qual é administradora) e pertecentes à falida Eletronet.</p>
<p>Ainda, a Telebrás deverá apoiar políticas públicas de conexão à internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento, telecentros comunitários e outros pontos de interesse público.</p>
<p><strong>Estudo do Ipea</strong></p>
<p>No final de abril, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/04/26/massificacao-da-banda-larga-nao-depende-apenas-de-melhoria-na-infraestrutura-alerta-ipea.jhtm">divulgou um estudo</a> em que pedia a revisão do regime jurídico ao qual o serviço de banda larga está submetido e o uso efetivo do FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), além de investimentos direcionados às regiões onde a desigualdade é mais grave.</p>
<p>Segundo o instituto, falta também a regulamentação de custos, preços, qualidade, acesso à infraestrutura e desagregação de redes, que com mudanças poderiam trazer mais competidores ao mercado de banda larga no Brasil e baixar preços, elevando a qualidade do serviço ofertado. “O Brasil precisa permitir a competição entre empresas [do setor de Telecomunicações], como ocorre em outros países do mundo”, salientou João Maria de Oliveira, técnico do Ipea.</p>
<p><strong>Defasagem brasileira<br />
</strong></p>
<p>Uma série de estudos recentes da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios) de 2008, do IBGE, CGI (Comitê Gestor da Internet) e do Sistema de Coleta de Informações (Sici) da Anatel demonstram o alto grau de concentração da internet banda larga nas regiões mais ricas.</p>
<p>O alto custo da banda larga é um dos fatores para o atraso brasileiro. O gasto médio com internet rápida representa 4,58% da renda mensal per capita no Brasil enquanto na Rússia esse índice é menos da metade: 1,68%. Já em relação aos países desenvolvidos, essa mesma relação fica em torno de 0,5%, ou seja, o brasileiro gasta proporcionalmente quase dez vezes mais para ter acesso à internet rápida.</p>
<p>Dos 58 milhões de domicílios existentes no Brasil, 79% não tinham acesso à internet (46 milhões). O acesso à banda larga é extremamente desigual em termos regionais no país: em alguns Estados mais isolados, como Roraima e Amapá, o acesso nos domicílios é praticamente inexistente. Enquanto São Paulo tem 3,8 milhões de domicílios com banda larga (29,4%), Roraima tem apenas 347 (0,3%) e o Amapá, 1.044 (0,6%). Nos estados do Nordeste, os acessos em banda larga não chegam a 15% dos domicílios. Já nos estados do Sul e Sudeste, a penetração varia entre 20% e 30% dos domicílios.</p>
<p>Dos 8,6 milhões de domicílios rurais, apenas 266 mil têm acesso à internet em banda larga (3,1% do total). A faixa dos pequenos municípios concentra mais de 92% da população sem acesso, equivalentes a 39,2 milhões de pessoas.</p>
<p>Além disso, nos domicílios que contam com banda larga, a velocidade de acesso domiciliar é ainda muito baixa: predominantemente menor ou igual a 1 Mbps, o que representa 54% de todo o país.</p>
<p>Fonte: UOL Notícias</p>
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		<title>E-commerce não é opção, é imposição do mercado!</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 19:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o  e-commerce cresce, consistentemente, apresentando índices superiores a  20% ao ano, nos últimos anos, o que se manteve em 2009, ainda que se  considerando a crise econômica mundial. O Brasil possui mais de setenta  milhões de usuários de internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o  e-commerce cresce, consistentemente, apresentando índices superiores a  20% ao ano, nos últimos anos, o que se manteve em 2009, ainda que se  considerando a crise econômica mundial. O Brasil possui mais de setenta  milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da  população, esse número é superior à população total de muitos países,  tais como França, Itália e Espanha. O Brasil é o país onde as pessoas  passam mais tempo navegando na web. Hoje, existem aproximadamente  dezessete milhões de e-consumidores brasileiros e as perspectivas  apontam que esse número poderá evoluir rapidamente para vinte milhões,  que já é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros  on-line. Essa análise leva em conta o fato de as pessoas terem perdido o  receio de fazer tais transações financeiras pela internet, então, o  próximo passo natural será a aquisição de produtos e serviços pela rede.</p>
<p>(artigo veiculado na Revista ESPM &#8211; 2009 / atualizado 2010)</p>
<p>Há outros números que representam essa rápida evolução da internet.  Nos últimos sete anos, o número de internautas no Brasil quadruplicou e  sete, em cada dez internautas, visitam sites de compra. A cada dado  verificado torna-se clara a necessidade do varejo estar presente nesse  universo.</p>
<p><span id="more-115"></span></p>
<p>O faturamento em 2009 foi superior a dez bilhões de reais, e com  alguns fatos recentes ocorridos no mercado brasileiro, acredita-se que  crescerá ainda mais rapidamente, como foi o caso da entrada de grandes  players como: Casas Bahia, que nesse ano já injetou R$ 3,7 milhões na  sua loja virtual; Ponto Frio, que também lançou sua loja virtual;  WalMart, que investiu R$ 25 milhões no seu portal de comércio eletrônico  e o grupo Pão de Açúcar, que aperfeiçoou os serviços do Extra.com, além  da recente entrada do Carrefour. Ironicamente, um movimento muito  interessante que vem sendo sinalizado é a perda de participação, no  faturamento total, por parte dos grandes varejistas, devido à entrada de  pequenas e médias empresas. Uma demonstração desse fato é que somente  no primeiro trimestre de 2009 a redução dessa participação foi de 6,45%.</p>
<p>Isso se deve ao grande interesse observado na busca por maior  conhecimento sobre o tema por parte das PMEs, para que também possam  entrar nesse universo promissor. Com isso, os microempresários têm  participado cada vez mais de cursos e seminários para entender quais os  passos necessários, quais as parcerias que precisam ser firmadas, os  investimentos, enfim, todo o caminho a ser percorrido.</p>
<p>Outro fator fundamental é compreender o comportamento do  e-consumidor, como esse grupo tem evoluído e contribuído para o  crescimento do varejo eletrônico. O receio de executar operações  financeiras é um dos entraves para um crescimento ainda mais acelerado  do e-commerce, porém, como dito acima, isso vem mudando, recentemente, e  fazendo com que mais e mais internautas passem a utilizar as  facilidades e a conveniência da internet para realizar suas compras.</p>
<p>A entrada das classes populares na internet é hoje um dos fatores que  mais movimenta os números da vida on-line. Essas classes,  principalmente motivadas pelo interesse na educação dos filhos, se  sentem obrigadas a lhes proporcionar acesso à web. Atualmente, com as  facilidades geradas pelos financiamentos para a compra de computadores, o  segmento de baixa renda foi responsável pelo ótimo desempenho de vendas  que esse produto obteve nos últimos anos, pois, em 2007 e 2008 foram  vendidos mais computadores que televisores no país.</p>
<p>Ainda sobre o comportamento do consumidor on-line no Brasil, 86%  deles se declararam satisfeitos com o processo de compra realizado,  segundo pesquisa do instituto e-bit, na qual são apontados que os itens  mais relevantes para esse índice de satisfação do consumidor são:  entrega no prazo, qualidade no atendimento e facilidade na navegação.</p>
<p>Outro fator que tem influenciado as compras na web e essa satisfação é  o crescimento das redes sociais colaborativas, que são muito eficazes  no momento da decisão de compra, pois o internauta pode obter  informações complementares sobre produtos e serviços, bem como  indicações de outros consumidores. Por outro lado, as redes servem  também como um sinal de alerta para as lojas, que, ao terem acesso às  reclamações e sugestões dos clientes, por meio de tais redes, também  podem aprimorar seus serviços. Uma boa parte dos internautas,  aproximadamente 46%, costuma pesquisar os comentários de outros usuários  antes de realizar suas compras, de acordo com um levantamento realizado  junto aos participantes do encontro ‘Campus Party&#8217;, evento realizado em  São Paulo: 20% deles disseram ter o costume de &#8220;postar&#8221; informações,  dicas e detalhes sobre produtos, em diversos sites e comunidades. Esse é  o famoso &#8220;marketing boca a boca&#8221;, porém potencializado ao extremo,  devido à agilidade da rede. Basta lembrar que o brasileiro é um dos  povos que mais aderiu à navegação em comunidades on-line como Orkut,  Flickr, Twitter e Facebook, entre muitas outras.</p>
<p>A mesma análise sobre satisfação com o consumo on-line foi verificada  em um estudo realizado com consumidores norte-americanos pela ForeSee  Results, o qual demonstra que pessoas com hábito de comprar pela  internet estão mais satisfeitas com as lojas virtuais do que com as  físicas. Variando numa escala de zero a cem, as lojas virtuais atingiram  noventa pontos em satisfação, enquanto o comércio tradicional alcançou  apenas 72 pontos. Outro fator, apontado pela pesquisa, é que a chance de  o consumidor virtual voltar a comprar na mesma loja, na web, e  recomendá-la para outros consumidores é de 65% e 75%, respectivamente, o  que demonstra uma enorme fidelização, sonhada por todos os  profissionais de marketing.</p>
<p>O mundo das compras on-line foi extremamente facilitado pelas  ferramentas de busca, ou os famosos buscadores, como o Google, mas  principalmente por aquelas que possibilitam buscas por preço, pois  permitem que se façam comparações de modo instantâneo, isso é tão  verdadeiro que praticamente todas as pessoas que costumam consumir na  rede os consultam regularmente, antes de realizar qualquer compra. Esses  pontos tornam o comércio eletrônico bastante peculiar, pois obrigam aos  varejistas a se adequarem a um &#8220;padrão web&#8221;, tendo em vista que não é  viável operar de forma muito diferente dos concorrentes, principalmente  com relação ao processo de vendas e às formas de pagamento. Sem esquecer  que com essa facilidade de acesso às inúmeras informações sobre os  produtos, os consumidores passaram a adotar um outro comportamento  bastante interessante, o de imprimir suas pesquisas, por exemplo, e ir  negociar em uma loja física, para tentar ainda obter a melhor negociação  possível.</p>
<p>A sugestão indicada aos varejistas, que ainda relutam em adentrar o  mundo on-line, é que procurem criar diversos canais de acesso aos seus  consumidores, integrando os novos meios digitais aos tradicionais, como  tem sido feito pelas montadoras de automóveis, que disponibilizam todas  as informações possíveis on-line para que assim os clientes cheguem à  concessionária com sua decisão tomada, ou seja, apenas para fechar o  pedido. Nesse mercado, a internet tomou um espaço fundamental, pois de  70 a 80% dos compradores visitam os sites dos fabricantes durante o  processo de tomada de decisão. Essa tendência foi apontada na última  edição da &#8220;NRF &#8211; National Retail Federation&#8221;, no mês de janeiro, em Nova  York. Para atrair a atenção dos consumidores, os principais players  desse setor têm investido algo em torno de 10% da sua verba publicitária  em estratégias de Marketing Digital, envolvendo ações inovadoras de  Mobile Marketing e Advergaming, além das tradicionais campanhas de  e-mail marketing e banners.</p>
<p>Há outros exemplos de redes de varejo que possibilitam a compra  on-line e a retirada dos produtos pode ser feita diretamente pelo  cliente na loja física. Isso se aplica muito bem àqueles que têm certa  urgência ou mesmo são mais céticos e não se sentem confortáveis em  realizar todo o processo on-line. Outras lojas procuram facilitar a  troca de produtos adquiridos on-line, gerando assim, maior confiança no  momento da compra.</p>
<p>Deve-se ressaltar também o crescimento da mobilidade, devido à  evolução dos aparatos móveis, que traz consigo o conceito de  &#8220;M-commerce&#8221;, ou seja, o comércio via celular. Lembrando que temos hoje  no Brasil mais de 175 milhões de linhas ativas. O M-commerce representa  ações de compra e venda que podem ter início ou fim com o uso do  celular. Pode-se utilizar pelo SMS para informar aos já clientes sobre  uma determinada promoção da rede de varejo, por exemplo.</p>
<p>O crescimento do Comércio digital está totalmente associado a uma  abordagem de nichos específicos, muito mais do que a mercados de massa,  principalmente quando falamos da entrada das PMEs. Essa teoria foi  bastante explorada sob o conceito de &#8220;Long Tail&#8221; ou Cauda Longa, no  livro do autor Chris Anderson, segundo o qual, há uma infinidade de  pequenos mercados, gerados por desejos específicos de consumidores que  se diferenciam dos grandes grupos de consumidores, e isso leva a  oportunidades para novos negócios, que são mais facilmente viabilizados  pela internet, dado o alcance que esse canal possui e a facilidade  gerada pelos mecanismos de busca para se localizarem artigos e serviços  peculiares.</p>
<p>Com as facilidades de acesso à internet crescendo incessantemente,  com a redução dos custos gerada pela &#8220;Cloud Computing&#8221; &#8211; conceito novo  para explicar que não é necessário adquirir todos os equipamentos e  softwares para o desenvolvimento de negócios &#8211; e com os investimentos  menores que o marketing digital permite, não será mais possível que  grandes varejistas, e nem pequenos, fiquem à parte dessa nova realidade,  a qual traz grandes desafios, mas também grandes oportunidades de  atender a novos segmentos e nichos de mercado.</p>
<p>Por <a href="http://www.sandraturchi.com.br/">Sandra Turchi.</a></p>
<p><a href="http://www.sandraturchi.com.br/e-commerce/04/e-commerce-nao-e-opcao-e-imposicao-do-mercado-2/"><em>Fonte:  Blog da Sandra</em></a></p>
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		<title>Aprendiz de florista vira dono de floricultura virtual</title>
		<link>http://www.operabacana.com.br/blog/04/2010/aprendiz-de-florista-vira-dono-de-floricultura-virtual/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 20:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua  empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de  empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores  online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua  empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de  empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores  online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava  pisando.</p>
<p>Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de  florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na  Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas  casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.</p>
<p><span id="more-110"></span>Mas a guinada do ambiente real para o virtual  acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas  não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o  negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o  processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para  atender a demanda.</p>
<p>Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a  melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de  aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma  estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas  aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no  trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”</p>
<p>Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no  comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado  de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem  a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As  três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas  10% das vendas.</p>
<p>Além da reestruturação promovida por Souza e  seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia  se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco  anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit,  empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento  dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e  cestas responde por 1% a 2% das vendas.</p>
<p>PIONEIROS</p>
<p>Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti,  as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico  brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e  familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da  Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de  um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para  eventos.</p>
<p>Porém, tiveram de lidar com os desafios do  crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e  se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D.  “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda  familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.</p>
<p>Para Souza, o segredo para se manter neste  mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma.  Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma  resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos  clientes acessem a internet pelo telefone.”</p>
<p>Fonte: www.ecommerce.tv.br</p>
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		<title>Cauda Longa</title>
		<link>http://www.operabacana.com.br/blog/03/2010/95/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 21:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>yan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Se você se interessa por comércio online certamente já ouviu fala em long tail  (cauda longa em bom português), mas o que exatamente significa esse termo?
Descomplicando: Muita demanda para um grupo de poucos produtos e pouca demanda para a grande maioria de produtos. Entendeu o problema? Muitos produtos, pouco espaço &#8211; a escolha óbvia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/caudalonga21.jpg"><img class="size-full wp-image-107 aligncenter" title="caudalonga2" src="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/caudalonga21.jpg" alt="" width="436" height="289" /></a></p>
<p>Se você se interessa por comércio online certamente já ouviu fala em long tail  (cauda longa em bom português), mas o que exatamente significa esse termo?</p>
<p>Descomplicando: Muita demanda para um grupo de poucos produtos e pouca demanda para a grande maioria de produtos. Entendeu o problema? Muitos produtos, pouco espaço &#8211; a escolha óbvia é atingir a massa, a consequência é abrir mão dos modelos menos procurados.</p>
<p>No comércio tradicional, lojas físicas com funcionários, espaço limitado e custos altos, é comum e óbvio que os produtos mais procurados pelo público sejam os destaques ou até mesmo os únicos modelos a serem exibidos, excluindo das vitrines os produtos que não despertam interesse da massa.</p>
<p>Eis que surge o comércio online, espaço &#8220;infinito&#8221; , sem funcionários, ou seja, os custos dos produtos de nicho se aproximam dos custos dos produtos de massa. Agora a moda é segmentar, é buscar a diferenciação pela exclusividade, é atingir um pequeno público, mas ser o único a fazê-lo.</p>
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		<title>Intolerância com sites lentos cresce entre usuários da web</title>
		<link>http://www.operabacana.com.br/blog/03/2010/intolerancia-com-sites-lentos-cresce-na-web/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 20:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>roulien</dc:creator>
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Estudo mostra que pessoas deixam de completar transações e migram para concorrência caso site demore para carregar ou apresente problemas. Usuários têm pouca paciência com sites de lojas, bancos e agências de viagem que são lentos, agem de maneira errada ou quebram durante transações, de acordo com uma análise da empresa de monitoramento web, Gomez, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/Man-Sleeping-at-Computer.jpg"><img class="size-medium wp-image-74 alignleft" style="margin: 10px;" title="Man-Sleeping-at-Computer" src="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/Man-Sleeping-at-Computer-300x225.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a></p>
<p>Estudo mostra que pessoas deixam de completar transações e migram para concorrência caso site demore para carregar ou apresente problemas. Usuários têm pouca paciência com sites de lojas, bancos e agências de viagem que são lentos, agem de maneira errada ou quebram durante transações, de acordo com uma análise da empresa de monitoramento web, Gomez, adquirida pela Compuware.</p>
<p>Enquanto compradores estão dispostos a enfrentar muitas filas nas lojas da vida real durante as festas de fim de ano, eles não querem saber de revendedores de web que demoram a abrir devido ao aumento do tráfego online. Mais de dois terços dos entrevistados dizem que não têm mais tolerância do que em épocas normais.</p>
<blockquote><p><span id="more-73"></span>“Eles esperam que os sites sejam tão rápidos como em dias comuns. O desempenho da web tem impacto nos negócios, seja em relação à receita, conversões ou banda”, disse o vice-presidente de marketing da Gomez, Jeff Loeb.</p></blockquote>
<p>Para o estudo, a Gomez entrevistou 1,5 mil pessoas que conduziram transações pela internet durante as festas de fim de ano, períodos de férias escolares e mudanças de ações de mercado. A pesquisa, feita em dezembro de 2009, descobriu que 78% dos consumidores passaram para sites rivais ao enfrentar demoras, erros ou problemas de transação. Além disso, 88% não voltam ao site cujo desempenho os desapontou. A marca da empresa também sofre.</p>
<blockquote><p>“Pessoas são impacientes atualmente e não querem esperar”, ele disse. “Eles têm outras chances.”</p></blockquote>
<p>Em 2009, 72% dos entrevistados encontraram sites mais lentos durante épocas de pico, como festas de fim de ano. Em adição, 58% relataram erros e 51% encontraram problemas ao finalizar as transações. O problema afeta os três tipos de sites: lojas, agências de viagens e bancos.</p>
<blockquote><p>“As expectativas do usuário não foram atingidas durante as épocas de pico do ano passado”, disse Loeb.</p></blockquote>
<p>Não apenas os usuários farão seus negócios em outros lugares, como também devem compartilhar suas experiências ruins em redes sociais. Dos entrevistados, 42% responderam que compartilhariam as experiências dessa forma, de acordo com o estudo.</p>
<p><strong>Dicas</strong></p>
<p>Problemas em sites estão se tornando cada vez menos comuns, e varejistas, instituições financeiras e agências de viagens precisam ajustar o desempenho para que a experiência do consumidor seja consistente.</p>
<blockquote><p>“A próxima fronteira é o tempo de resposta”, segundo Loeb.</p></blockquote>
<p>Para cumprir estas metas, a Gomez recomenda que as empresas determinem se seus aplicativos e sua infraestrutura podem suportar altos volumes de tráfego em horas de pico realizando testes.</p>
<blockquote><p>“Organizações devem saber o quanto aguentam, quantos usuários podem acomodar antes do desempenho começar a cair”, diz Loeb. “Épocas de pico são as que geram mais receita, então você deve estar confiante de que tudo foi testado e que funcionará corretamente”.</p></blockquote>
<p>Além disso, as empresas precisam garantir que seus sites funcionem tão bem quanto concorrentes e líderes da indústria, porque são essas as expectativas dos consumidores. Finalmente, os sites precisam ser continuamente monitorados, particularmente da perspectiva do usuário.</p>
<p>fonte: blogdaca.com</p>
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		<title>O que o Google faria?</title>
		<link>http://www.operabacana.com.br/blog/03/2010/o-que-o-google-faria/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>roulien</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase todo mundo já ouviu a piada: &#8220;Não tem no Google? Então não existe!&#8221;. No livro &#8220;O Que a Google Faria?&#8221;, o proprietário de um dos blogs mais populares e respeitados da web sobre internet e mídia, Jeff Jarvis, defende exatamente isso.
Ao longo da obra, o autor interpreta as regras ditadas pelo Google com as quais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/21603317_43.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-55" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="21603317_4" src="http://www.operabacana.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/21603317_43-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>Quase todo mundo já ouviu a piada: &#8220;Não tem no Google? Então não existe!&#8221;. No livro <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1025933">&#8220;O Que a Google Faria?&#8221;</a>, o proprietário de um dos blogs mais populares e respeitados da web sobre internet e mídia, Jeff Jarvis, defende exatamente isso.</div>
<p>Ao longo da obra, o autor interpreta as regras ditadas pelo Google com as quais devemos viver e fazer negócios em qualquer setor da sociedade, ilustra como essas leis podem ser aplicadas a diferentes empresas e analisa como o pensamento imposto pela empresa afeta nossas vidas e o futuro.O autor, que também é colunista do &#8220;Guardian&#8221; e criador da &#8220;Entertainment Weekly&#8221;, mostra como pensar de maneiras originais, enfrentar novos desafios, resolver problemas com soluções criativas, enxergar oportunidades e entender com outra perspectiva a estrutura da economia e da sociedade, ou seja, ver o mundo como o Google o faz.</p>
<p>No trecho extraído do <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1025933">livro</a>, Jarvis fala sobre o fenômeno dos links. Ele explica como o ato de linkar modificou os antigos papéis e criou novos em todos os tipos de área de atuação, chegando a fazer a seguinte comparação: &#8220;O link muda a arquitetura fundamental das sociedades e das indústrias, assim como as vigas e os trilhos de aço mudaram o modo como as cidades e nações são construídas e seu funcionamento&#8221;. Veja abaixo.</p>
<h2>*<strong>Nova Arquitetura </strong><span style="font-weight: normal;">-</span><strong> <em>O link muda tudo</em></strong></h2>
<p>Na manhã de 11 de setembro de 2001, eu estava no último trem que saiu de Nova Jersey em direção ao World Trade Center, e cheguei pouco depois de o primeiro avião de terroristas ter acertado a torre norte. Embora eu não trabalhasse como repórter havia anos, eu ainda era jornalista e trabalhava para uma agência de notícias, então decidi ficar por perto do que era claramente uma grande reportagem &#8211; ainda não havia percebido o quão grande ou perigosa. Fiz anotações no local e conversei com sobreviventes, enviando relatórios para os sites e jornais de notícias do meu empregador. Uma hora depois, eu estava a cerca de uma quadra do World Trade Center quando a torre sul desabou. A nuvem de destruição foi mais rápida que eu. Cego por causa dos escombros e coberto por eles, fui abençoado ao encontrar refúgio no prédio de um banco. Depois consegui caminhar até a Times Square, onde escrevi minha reportagem e, finalmente, graças a Deus, consegui ir para casa.</p>
<p><span id="more-53"></span>No dia seguinte, eu tinha mais coisas a dizer sobre o que havia visto e sentido e as notícias sobre o assunto, então decidi criar um blog. Eu havgia lido blogs. E também tinha conseguido o investimento do meu empregador na empresa que criou o Blogger e popularizou o formato (o Blogger foi comprado pela Google em 2003). Ainda não havia escrito um blog, porque achava que não tinha nada a dizer. Depois do 11 de setembro, eu tinha. Então planejei escrever o blog durante algumas semanas, até não ter mais assunto.</p>
<p>Mas, depois de escrever os primeiros posts, aprendi uma lição que mudaria para sempre minha visão da mídia e minha carreira, e que acabou me levando a este livro. Alguns blogueiros de Los Angeles leram o que escrevi, escreveram sobre o assunto em seus blogs e colocaram links para mim. Correspondi e coloquei link para eles. Naquele momento, um gongo ecoou na minha cabeça. Percebi que estávamos conversando &#8211; era uma conversa distribuída, que acontecia em locais diferentes em momentos diferentes, uma conversa possibilitada pelos links. Em pouco tempo, por intermédio da busca no Google, encontrei outras ocorrências de discussões sobre o 11 de setembro e o que eu estava escrevendo. Vi uma nova estrutura de mídia: de mão dupla e colaborativa. Percebi que essa estrutura redefinida o comércio, o marketing, a política, o governo, a educação &#8211; o mundo. O link e a busca criaram os meios para se encontrar qualquer coisa e conectar todo mundo. Agora todos podiam falar e todos podiam ouvir. Permitiriam que as pessoas se organizassem em torno de qualquer interesse, tarefa, necessidade, mercado ou causa. O link e a busca iniciaram uma revolução tinha apenas começado.</p>
<p>Meg Hourihan, uma das criadoras do Blogger, escreveu um artigo inovador em 2002, explicando os tijolos desse novo sistema (você pode encontrá-lo fazendo uma busca no Google pelo título &#8220;What We&#8217;re Doing When We Blog&#8221;). Hourihan argumentava que a unidade atômica da mídia online não era mais a publicação ou a página, com suas pressuposições da velha mídia, mas o post no blog, que normalmente contém uma ideia à parte. Casa post tem um permalink, um endereço onde pode ser encontrado eternamente, para ser linkado de qualquer lugar. Hourihan percebeu que o permalink era um método de organizar as informações e um modo de construir redes sociais com nossas conversas distribuídas. Foi isso que aconteceu quando os blogueiros de Los Angeles linkaram meus posts. Tivemos uma conversa, ficamos amigos e chegamos a fazer negócios juntos. Nossos links nos conectaram. &#8220;Assim como no caso do discurso livre&#8221;, escreveu Hourihan, &#8220;o que dizemos não é tão importante quanto o sistema que nos permite dizê-lo&#8221;.</p>
<p>Esses sistema exige que tudo sobre você, seu produto, sua empresa e sua mensagem tenham um lugar online com um endereço permanente, de modo que as pessoas possam buscar e encontrar você, depois apontar para você, responder e até mesmo distribuir o que você tem a dizer. Mais do que uma home page, é um lar para cada pedacinho do que você faz. Por meio do que você expressa online, você se reúne a outras pessoas &#8211; amigos, clientes, eleitores &#8211; em redes possibilitadas por links, redes construídas em plataformas como Blogger e Google. Agora você pode se conectar com pessoas diretamente, sem intermediários. O link e a busca são fáceis de usar, mas seu impacto é profundo.</p>
<h2><strong>Faça o que você faz melhor e coloque links para o restante</strong></h2>
<p><em>O link muda todas as empresas e instituições.</em></p>
<p>É mais fácil ilustrar seu impacto sobre as notícias. Se o negócio de notícias fosse inventado hoje, depois do link, tudo relacionado a elas &#8211; o modo como são coletadas e compartilhadas e até mesmo a maneiras de estruturar uma história &#8211; seria diferente. Por exemplo, na imprensa, os repórteres são instruídos a incluir um parágrafo com um histórica que resume tudo o que aconteceu antes desse artigo, para o caso de algum leitor ter perdido parte da história. Mas, online, os repórteres podem colocar links para a história em vez de repeti-la, porque um leitor pode precisar saber mais do que um parágrafo poderia transmitir, enquanto outro leitor, já informado, pode não querer perder tempo com repetições. Existem outros usos para os links. Ao citar uma entrevista, o artigo não deveria linkar a transcrição ou o site do entrevistado? Se outra organização de notícias consegue tirar a única foto de um evento, os leitores não deveriam esperar que uma história completa linkasse essa foto?</p>
<p>O link muda a estrutura e a economia de uma organização de notícias. Os jornais não precisam ter seus próprios jornalistas que escrevem sobre golfe, porque é mais fácil e mais barato colocar um link para sites de esportes com melhores coberturas de campeonatos &#8211; liberando recursos que seriam mais bem usados localmente. Os jornais não precisam de um crítico local de cinema porque os filmes são nacionais, e todos nós somos críticos. Os jornais não deveriam dedicar recursos às notícias pasteurizadas que já conhecemos. Eles precisam encontrar uma nova eficiência com base nos links.</p>
<p>O link muda a estrutura do setor. Se um jornal pretende se destacar &#8211; se quer que as pessoas encontrem seu conteúdo através de buscas e links -, precisa criar histórias com valor sem igual. Se quiserem sobreviver, os jornais devem concentrar seus recursos onde estes são importantes, direcionando os leitores a outros jornais oara que eles vejam o restante das notícias. Em resumo: faça o que você faz melhor e coloque links para o restante.</p>
<p>Além do caso da mídia, os varejistas deveriam colocar links para fabricantes com informações sobre os produtos. Os fabricantes devem colocar links para clientes que estão falando sobre seus produtos. Autores devem colocar links para especialistas (seria ótimo se livros aceitassem links). Caçadores de talentos, conferências, associações comerciais e universidades devem usar links para conectar pessoas que compartilham necessidades, conhecimento e interesses.</p>
<p>Em quase todos os setores e instituições, o link força a especialização. A ideia de fornecer um produto de tamanho único que faz tudo para todas as pessoas é vestígio de uma era de isolamento. Naquela época, os texanos não conseguiam obter notícias diretamente do The New York Times, do Guardian ou da BBC, mas hoje eles podem. Os moradores de Chicago não conseguiam comprar online na HotSauce.com. Essa mesma pressão pela especialização tem eliminando as lojas de departamento generalistas &#8211; primeiro por concorrentes de nicho nos shoppings e, agora, com varejistas online altamente focados. Servir às massas, como vamos explorar, não é mais o objetivo final das empresas. Servir a massas de nichos direcionadas &#8211; como o Google faz &#8211; é o futuro.</p>
<p>A especialização gerada pelo link fomenta a colaboração &#8211; eu faço o que faço e você preenche as lacunas. Isso cria novas oportunidades de organização &#8211; quando existem centenas de lojas de iluminação online ou milhares de sites sobre Paris, há a necessidade de alguém para organizá-las, linkando as melhores. E a especialização cria uma demanda por qualidade &#8211; se você quer se concentrar em um mercado ou serviço, é melhor ser o melhor para que as pessoas coloquem links para você, de modo que você suba nos resultados do Google e as pessoas possam encontrá-lo e clicar no seu site.</p>
<p>No varejo, na mídia, na educação, no governo e na saúde &#8211; em tudo -, o link fomenta a especialização, a qualidade e a colaboração, além de alterar os antigos papéis e criar novos. O link muda a arquitetura fundamental das sociedades e das indústrias, assim como as vigas e os trilhos de aço mudaram o modo como as cidades e nações são construídas e seu funcionamento. O Google faz os links funcionarem. A Google é a U.S. Steel da nossa época.</p>
<p><strong>fonte</strong>: Livraria da Folha</p>
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		<title>Net e Telefônica começam a vender plano de banda larga popular</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 21:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>roulien</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Democratização: Telefônica começa a vender plano de banda larga popular]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">A cada dia mais pessoas têm acesso à internet e, conseqüentemente,  mais pessoas compram através de lojas virtuais.  Leia a matéria abaixo:</div>
<div>Quase quatro meses após ter cancelado o início das vendas do serviço de banda larga popular, a operadora Telefônica começa, a partir de hoje, a comercializar o pacote de acesso à internet com velocidade de 256 Kbps por R$ 29,80. Dessa vez, sem acrescentar cobrança de assinatura de telefone ao pacote.</div>
<div id="_mcePaste">O serviço faz parte de um programa lançado pelo Governo do Estado de São Paulo em outubro passado, que isenta a cobrança de ICMS a operadoras que oferecerem navegação de até 1 Mbps pelo valor máximo de R$ 29,90 por mês.</div>
<div id="_mcePaste">Na ocasião do lançamento, a Telefônica anunciou que venderia o pacote a partir do dia 9 de novembro. No entanto, a iniciativa foi cancelada após a empresa concluir que não era possível comercializar o plano sem a cobrança de assinatura telefônica também —atitude não permitida pelo acordo com o Governo.</div>
<div id="_mcePaste">De acordo com a operadora, foi preciso adequar a estrutura de telecomunicações, usando cabos coaxiais e tecnologia WiMesh, para que a venda sem assinatura começasse. O pacote, que também é vendido pela Net, está disponível para a capital paulista e para as cidades do ABC. De acordo com a empresa, até o final do ano, várias cidades do interior também receberão o serviço.</div>
<p>Quase quatro meses após ter cancelado o início das vendas do serviço de banda larga popular, a operadora Telefônica começa, a partir de hoje, a comercializar o pacote de acesso à internet com velocidade de 256 Kbps por R$ 29,80. Dessa vez, sem acrescentar cobrança de assinatura de telefone ao pacote.<br />
O serviço faz parte de um programa lançado pelo Governo do Estado de São Paulo em outubro passado, que isenta a cobrança de ICMS a operadoras que oferecerem navegação de até 1 Mbps pelo valor máximo de R$ 29,90 por mês.<br />
Na ocasião do lançamento, a Telefônica anunciou que venderia o pacote a partir do dia 9 de novembro. No entanto, a iniciativa foi cancelada após a empresa concluir que não era possível comercializar o plano sem a cobrança de assinatura telefônica também —atitude não permitida pelo acordo com o Governo.<br />
De acordo com a operadora, foi preciso adequar a estrutura de telecomunicações, usando cabos coaxiais e tecnologia WiMesh, para que a venda sem assinatura começasse. O pacote, que também é vendido pela Net, está disponível para a capital paulista e para as cidades do ABC. De acordo com a empresa, até o final do ano, várias cidades do interior também receberão o serviço.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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