Carrefour usará modelo de loja virtual brasileira na América Latina

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A loja virtual do Carrefour, inaugurada em março deste ano, teve em seus primeiros dois meses um resultado bem acima do esperado pelo varejista. Nos primeiros dias de operação, e principalmente no dia de inauguração, houve quatro vez mais clientes interessados em comprar do que a rede estava esperando. A alta demanda foi gerada em virtude da comunicação utilizada, que será replicada na América Latina.

Embora tenha sido alvo de reclamações e críticas por parte dos consumidores nos primeiros dias de atuação, os problemas, segundo Jonas Ferreira, Diretor de E-commerce da rede, foram solucionados. “Tivemos logo no primeiro dia de trabalho 36 mil acessos simultâneos, totalizando quase um milhão de acessos no fim do dia. Por isso o site teve que passar por uma manutenção e ampliar sua capacidade”, explica o executivo em entrevista ao Mundo do Marketing.

Promoção é destaque
O sucesso inicial se deve às ações de divulgação e promoções realizadas para os primeiros clientes que tivessem feito cadastro prévio, como 20% de desconto. O Carrefour pretende investir mais em promoções, serviços diferenciados e diversificação de seu portfólio. Como a loja tem como missão oferecer soluções para a casa, a área de serviços como instalação de TVs, Home Theater e manutenção de computadores será aumentada e deverá ter quatro novas ações.

Ainda focado nessa área, especialmente nas mulheres que cuidam da casa, a loja deverá ampliar seu portfólio que começou com 10 mil produtos divididos em oito categorias e hoje já conta com 15 mil itens em 10 segmentos. “A cada dois ou três meses vamos lançar cerca de duas categorias novas e não adianta colocar produtos que não têm a ver com nosso objetivo”, afirma Ferreira

Para divulgar a loja, o Carrefour investe não apenas em anúncios, mas também em relações com blogueiros que escrevem sobre assuntos de interesse dos consumidores da marca. “Esse tipo de trabalho é mais contextualizado com o nosso público do que se fizéssemos um anúncio comum”, aponta o Diretor de E-Commerce.

Fonte: Mundo do Marketing

Projeção para o dia das mães chega a R$: 620 milhões.

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O mercado aquecido e a principal data para o varejo no primeiro semestre formam uma combinação que promete altos índices de vendas. A expectativa é de que R$ 620 Milhões circulem no comércio eletrônico brasileiro durante o período, superando em 40% a mesma data do ano de 2009. Além do aumento do número de e-consumidores, a superação definitiva da crise mundial e a entrada maciça da classe C no universo das compras on-line são alguns dos fatores que impulsionam esse forte aumento no volume de vendas.

As Lojas Virtuais já se preparam com promoções e ofertas para atrair os consumidores e bater a concorrência. De acordo com o E-bit, os parcelamentos sem juros através de cartões de crédito são a aposta para a venda dos produtos de maior valor agregado. Frete Grátis e vendas casadas continuam também figurando entre as promoções de maior sucesso. Nesse momento, é preciso ter inteligência e domínio da operação para elaborar estratégias promocionais que chamem a atenção do consumidor, sem comprometer a rentabilidade e capacidade de entrega da Loja.

Pegando carona na temática materna, Cosméticos e Perfumaria devem ser um dos grandes sucesso de vendas da data, ao lado de Telefonia Móvel, Eletrônicos, Fones e Cestas. É importante lembrar que não são apenas os produtos com o clichê do Dia das Mães que têm sua venda impulsionada durante o período. Os demais segmentos também podem e devem aproveitar a data para lançar novas promoções e ofertas.

Composto por Banners, E-mail Marketing e peças visuais para promover as ofertas da Loja Virtual, o Pacote é o investimento essencial para garantir a adequação do Ponto de Venda para essa data especial.

Fonte: Blog da Tray

Democratização da Web e comércio eletrônico

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O acesso à internet vem      aumentando        significativamente entre  as classes C e D no Brasil,  e ao contrário do que  muita gente pensa, este  público é muito  interessante para o varejo  online.  Muitas  publicações atribuem a  estas classes mais de 50%  (crescente) do  faturamento do e-commerce no País.

Abaixo, uma matéria que fortalece a idéia de que vale a pena investir nas classes mais baixas para obter sucesso no comércio eletrônico, no presente e principalmente para o futuro.

Plano de Banda Larga prevê R$ 3,2 bilhões para a Telebrás

A Casa Civil informou nesta quarta-feira (5) que o Plano Nacional de Banda Larga prevê a capitalização da Telebrás pelo Tesouro Nacional em R$ 3,22 bilhões. “Esse valor será utilizado nos três primeiros anos de funcionamento e, depois, a ideia é que a empresa consiga se autogerir”, informou ao UOL Notícias Rogério Sant’anna, secretário de logística e tecnologia da informação do Ministério do Planejamento. “O que a Telebrás vai oferecer é uma rede de transporte a baixo preço para qualquer operadora interessada pelo serviço”, resumiu.

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E-commerce não é opção, é imposição do mercado!

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Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, o e-commerce cresce, consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano, nos últimos anos, o que se manteve em 2009, ainda que se considerando a crise econômica mundial. O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, ou seja, aproximadamente 40% da população, esse número é superior à população total de muitos países, tais como França, Itália e Espanha. O Brasil é o país onde as pessoas passam mais tempo navegando na web. Hoje, existem aproximadamente dezessete milhões de e-consumidores brasileiros e as perspectivas apontam que esse número poderá evoluir rapidamente para vinte milhões, que já é a quantidade de pessoas que se utilizam de serviços financeiros on-line. Essa análise leva em conta o fato de as pessoas terem perdido o receio de fazer tais transações financeiras pela internet, então, o próximo passo natural será a aquisição de produtos e serviços pela rede.

(artigo veiculado na Revista ESPM – 2009 / atualizado 2010)

Há outros números que representam essa rápida evolução da internet. Nos últimos sete anos, o número de internautas no Brasil quadruplicou e sete, em cada dez internautas, visitam sites de compra. A cada dado verificado torna-se clara a necessidade do varejo estar presente nesse universo.

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